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A nova Física

Obs: leia controvérsias no final

O Keppe Motor é um motor elétrico que não esquenta e não perde energia, desafiando a terceira lei de Newton (ação e reação) e a segunda lei da termodinâmica (lei da entropia), pois funciona com ação-complementação. Ele está em desenvolvimento ainda, e capta hoje cerca de 80% da energia do espaço, mas espera-se atingir os 100%! O mais incrível de tudo é que sua arquitetura permite que seja utillizado tanto em grandes equipamentos quanto nos pequenos, com o mesmo ganho de energia.

Calcula-se que o ganho de energia em relação ao trabalho mecânico tradicional para suas tarefas é de 93%. Os créditos vão para Cesar Soós e Roberto Fascari, que basearam-se nas descobertas de Norberto Keppe. O motor utiliza a descoberta do princípio da captação da energia escalar, a energia que forma tudo no Universo e se manifesta nos dois sentidos, como uma ressonância.

Da mesma forma que os painéis solares capturam a energia do sol, o Keppe Motor captura a energia essencial ou escalar do assim chamado "vácuo" do espaço - que vem se provar não ser absolutamente um "vácuo". Na verdade, todos os tipos de motores fazem isso, mas as teorias científicas prevalecentes não reconhecem esse fato. A tecnologia atual continua presa na tentativa de se conseguir a energia da matéria e esse processo antiquado na realidade bloqueia a captura de energia livre encontrada no espaço. Dessa maneira, os motores de hoje em dia são muito menos eficientes do que poderiam ser.

Fontes:

- http://www.stop.org.br
- http://www.keppemotor.com/pt/



Há controvérsias, ou seja, pessoas que questionam o invento:

Google compra o serviço recaptcha

Além de incorporar mais um serviço ao seu leque de soluções o google conta com um sistema que no futuro criará um reconhescimento optico quase infalível.


Entenda porque o captcha é diferente dos similares lendo o artigo original.

Fonte: site inovação tecnológica

Material com supercondutividade superficial pode revolucionar eletrônica

 
 

Enviado para você por Sérgio através do Google Reader:

 
 


O novo material permite que os elétrons circulem sem perdas de energia em sua superfície, a temperatura ambiente. E, como pode ser fabricado utilizando a tecnologia atual de semicondutores, está ainda mais próximo da aplicação prática.

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

Bateria de lítio-enxofre dura três vezes mais que baterias atuais

Cientistas viabilizaram uma bateria recarregável de lítio-enxofre, uma combinação de elementos teoricamente promissora mas que vinha desafiando os químicos há pelo menos 20 anos.

Leia na íntegra aqui

Bateria a ar pode durar 10 vezes mais que baterias de lítio

A nova "bateria a ar" eleva em até 10 vezes a capacidade de armazenamento de energia em comparação com as baterias atuais e poderá ser mais barata, já que substitui o óxido de lítio por uma estrutura de carbono.

O futuro dos processadores

Já imaginou um processador 7 vezes mais rápido que os atuais e que consomem 30 vezes menos energia? Então lei este artigo.

Que tal este teclado?

Teclado Moderno

Se não bastasse você pode mergulha-lo na água que ele não vai reclamar.
para mais detalhes acesse este link: http://tilibra.info/news/teclado-moderno/

Moto elétrica chegará ao Brasil custando R$3.000,00

Redação do Site Inovação Tecnológica
28/07/2008
Moto elétrica chegará ao Brasil custando R$3.000,00
[Imagem: Divulgação CPFL]

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a concessionária de energia CPFL uniram-se para desenvolver uma nova motoneta elétrica que deverá estar disponível no mercado brasileiro em 2009.

Moto elétrica nacional

O objetivo é ter uma moto elétrica que custe em torno de R$ 3 mil, que possa ser financiada, que não faça ruídos e não cause poluição.

"A nossa meta de custo é fazer com que esse veículo seja competitivo com a moto tradicional à gasolina. Não vai poluir e vai fazer bem ao bolso de quem compra porque tem um custo por quilômetro operacional muito menor que o da gasolina," afirmou o vice-presidente de Gestão de Energia da CPFL, Paulo Cezar Coelho Tavares.

Autonomia e velocidade máxima

O primeiro protótipo da moto elétrica brasileira esteve em exposição durante a reunião da SBPC, que aconteceu em Campinas (SP). A cooperação com a Unicamp visa resolver dois problemas técnicos antes que a moto elétrica comece a ser comercializada.

O primeiro desafio é fazer com que o veículo tenha uma autonomia maior, em torno de 150 quilômetros - hoje a moto consegue rodar apenas 50 quilômetros antes que suas baterias precisem ser recarregadas. O segundo desafio é aumentar a velocidade final do veículo - o protótipo tem uma velocidade máxima de 60 km/h.

Baterias mais eficientes

Além disso, o tempo atual de recarga das baterias é de 4 horas e o objetivo é reduzi-lo para 2 horas. "Essa moto tem baixo custo de transporte, na faixa de 1 centavo por quilômetro. O objetivo é desenvolver uma nova tecnologia para melhorar a bateria e também a economicidade do projeto, fazendo com que essa bateria dê mais autonomia, mas a um custo que compense," disse Tavares.

De acordo com Luiz Antônio Rossi, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Unicamp, que será responsável pelo desenvolvimento da moto elétrica, as pesquisas se concentrarão em áreas como a otimização da tração do veículo em diferentes condições de uso e tipos de terreno encontrados no Brasil, ampliação de autonomia e redução do tempo de recarga da bateria.

Uma das primeiras modificações deverá ser a substituição das baterias, que no protótipo são de baterias chumbo-ácidas comuns, como as utilizadas em automóveis. A opção deverá recair nas baterias de íons de lítio, menores, mais leves e com maior densidade de carga.

Átomos artificiais unem eletricidade e magnetismo em memória revolucionária ...



 
 

Enviado para você por voyeg3r através do Google Reader:

 
 

via Rec6 - Tecnologia - Mais populares de Mielle em 10/04/08

A memória dos computadores é construída com materiais magnéticos. Já os processadores funcionam a partir de sinais elétricos. Agora, cientistas descobriram uma forma de juntar essas duas funcionalidades, eletricidade e magnetismo, em um novo conceito revolucionário de transístor.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=atomos-artificiais-unem-eletricidade-e-magnetismo-em-memoria-revolucionaria

Ver notícia com frame

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

CD do futuro terá capacidade de 200 mil DVD's, dizem pesquisadores

Cientistas da Univesidade de Swinburne desenvolvem um projeto de nanotecnologia que pretende incluir um petabyte --quatrilhão de bytes-- em um só disco, informou o jornal britânico "The Inquiror" na segunda-feira (7). Com a tecnologia, o disco suportaria uma quantidade de dados 20 mil vezes superior ao dos discos Blu-ray e poderia armazenar até 200 mil vezes mais que os atuais DVDs. Segundo afirmam os pesquisadores, um CD normal possui espessura de 1,2 milímetros, mas a informação guardada com a tecnologia atual ocupa cerca de 0,1% do volume total. Os outros 99,9% do espaço do disco é desperdiçado. Leia mais (08/04/2008 - 11h24)

Cientistas criam chip de baixa voltagem

19/03/2008 14:03 - 1024 exibições
Cientistas criam chip de baixa voltagem
fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=18002&sec=3

Cientistas do MIT e da firma Texas Instruments afirmaram ter criado um chip que funciona em baixa voltagem, economizando até dez vezes mais energia que os outros chips atualmente no mercado.

Segundo o site The Inquirer, o consumo de energia da peça é tão baixo que acredita-se que dispositivos que a utilizarem poderão ser recarregados pelo calor do corpo.

Os chips atuais operam em voltagem aproximada de 1,0 volt, mas com o novo design criado pela equipe liderada pela cientista Anantha Chandrakasan, a voltagem foi derrubada para 0,3 volts.

Uma aplicação lógica para tal equipamento estaria no campo médico: marca-passos e aparelhos que monitorem a saúde do paciente, através da utilização do novo chip, poderiam dispensar baterias, se baseando apenas no abastecimento via calor do corpo ou movimento.

O uso da tecnologia em telefones celulares e dispositivos portáteis, como computadores e sensores remotos, também é provável. Com ele, a bateria poderia abastecer o aparelho por mais tempo.

O estudo, que teve apoio financeiro de uma agência militar americana, também deve ser usado em campos de batalha, equipando sensores. Os novos chips devem estar disponíveis comercialmente em cinco anos, noticiou o site ITWire.

Cientistas do MIT criam chip que reduz consumo de energia em 10 vezes



 
 

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Pesquisadores do Massachussets Institute of Technology (MIT) desenvolveram um chip que reduz o consumo de energia em 10 vezes. Com isto, um dia será possível carregar chips médicos implantáveis com o calor humano. O chip, que está em fase de testes, deve ser usado em dispositivos eletrônicos como celulares, PDAs e outros, além de sistemas médicos implantáveis.

 
 

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