Links para e-books, ou seria links2ebooks?

De qualquer modo o maravilhoso link é:
http://links2ebooks.com/

Lá você encontrará coisas como...

The Definitive Guide to Django: Web Development Done Right

RUBY and RAILS, python No Comments

Django, the Python-based equivalent to the Ruby on Rails web development framework, is presently one of the hottest topics in web development today. In The Definitive Guide to Django: Web Development Done Right, Adrian Holovaty, one of Django’s creators, and Django lead developer Jacob Kaplan-Moss show you how they use this framework to create award-winning web sites. Over the course of three parts, they guide you through the creation of a web application reminiscent of chicagocrime.org.

Read the rest…

Lista de sites maliciosos

Se você tentar adicionar uma lista de sites maliciosos muito longa ao squid ele vai travar, use um programa capaz de indexar as listas, leia artigos do Guia do Hardware (Morimoto).

Uma boa blacklist é acessível aqui: http://urlblacklist.com/?sec=download
De vez em quando você também pode contribuir enviando urls para:
http://urlblacklist.com/?sec=submit

Duas fontes que ainda vou conseguir

Se você consegui-las me avise!

zolan Mono
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Kettler Regular
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Um bom artigo "em inglês" sobre fontes

Neste link você acessará coisas surpreendentes!

http://damieng.com/blog/category/design/fonts
um dos links é o que segue logo abaixo:
http://www.josbuivenga.demon.nl/


A fonte abaixo pode ser baixada aqui.


Já esta outra que se segue aqui.
o site é este: http://com4t-fff.seesaa.net/category/1275930-1.html
FamilianElder-chara.gif

1400 fontes comerciais

http://rs10.rapidshare.com/files/62045081/1400fnts.rar

Inclusive no pacote há a bela fonte TheSansMono
http://www.lucasfonts.com/lucasfnt/gifinfos/monoblok.gif

Dica esperta para o squid

Se você tem um squid da vida em uma máquina de 128MB de RAM, algo comum por aí afora, imagine o seguinte:

linux (consome alguma memória)
squid (só para rodar também consome)
cache do squid (também consome)
outros processos do linux (também consomem memória)

Portanto minha dica é: Leia muitas dicas para encontrar um valor razoavel.
Pelo que lí a quantidade de memória alocada para o squid deve ser em torno de 80% da memória do servidor.

Corrigindo erro no squidGuard

Bom, erros no início do squidGuard podem ser muitos, um dos mais comuns é com relação às permissões:

#consertar permissões
chown proxy:proxy /etc/squid/squidGuard.conf
chown -R proxy:proxy /var/lib/squidguard/db
chown -R proxy:proxy /var/log/squid/
chmod 644 /etc/squid/squidGuard.conf
chmod -R 640 /var/lib/squidguard/db
chmod -R 644 /var/log/squid/
chmod 755 /var/log/squid
find /var/lib/squidguard/db -type f | xargs chmod 644
find /var/lib/squidguard/db -type d | xargs chmod 755

Mas se você já tiver feito tudo isto e ainda assim o squid só roda se você comentar a linha do squidGuard

No caso se eu rodava o comando

squidGuard -C all

ele parecia não responder!

observe se os arquivos de configuração não foram gerados no windows, no meu caso tenho uma máquina que ainda não coloquei o ubuntu e andei criando alguns arquivos de configuração enquanto o ubuntu server instalava na máquina ao lado. Já estava prestes a arrancar os cabelos quando um olhar mais atento na barra de status do vim apareceru ff=dos

Achei o erro! é a porra do formato DOS, abra o arquivo

vim squidGuard.conf
:set ff=unix
:wq (como diria Júlio César Neves)

Squid efetivo

O squid é um excelente proxy, mas ficar usando listas de filtragem muito longas causam perda de desempenho, simplesmente porque o squid não indexa as blacklists, ou seja, a cada acesso dos usuários da rede ele compara com sua lista, de modo que se ela cresce muito você terá lentidão, veja detalhes aqui.

A solução: No site do Morimoto "Ghia do Hardware" há um manual sobre como usar o SquidGuard, que assume a tarefa de indexar as BlackLists e entregar tudo prontinho para o Squid. Eu compilei a dica em um PDF e postei aqui em baixo.

Read this document on Scribd: squid-guard

Moto elétrica chegará ao Brasil custando R$3.000,00

Redação do Site Inovação Tecnológica
28/07/2008
Moto elétrica chegará ao Brasil custando R$3.000,00
[Imagem: Divulgação CPFL]

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a concessionária de energia CPFL uniram-se para desenvolver uma nova motoneta elétrica que deverá estar disponível no mercado brasileiro em 2009.

Moto elétrica nacional

O objetivo é ter uma moto elétrica que custe em torno de R$ 3 mil, que possa ser financiada, que não faça ruídos e não cause poluição.

"A nossa meta de custo é fazer com que esse veículo seja competitivo com a moto tradicional à gasolina. Não vai poluir e vai fazer bem ao bolso de quem compra porque tem um custo por quilômetro operacional muito menor que o da gasolina," afirmou o vice-presidente de Gestão de Energia da CPFL, Paulo Cezar Coelho Tavares.

Autonomia e velocidade máxima

O primeiro protótipo da moto elétrica brasileira esteve em exposição durante a reunião da SBPC, que aconteceu em Campinas (SP). A cooperação com a Unicamp visa resolver dois problemas técnicos antes que a moto elétrica comece a ser comercializada.

O primeiro desafio é fazer com que o veículo tenha uma autonomia maior, em torno de 150 quilômetros - hoje a moto consegue rodar apenas 50 quilômetros antes que suas baterias precisem ser recarregadas. O segundo desafio é aumentar a velocidade final do veículo - o protótipo tem uma velocidade máxima de 60 km/h.

Baterias mais eficientes

Além disso, o tempo atual de recarga das baterias é de 4 horas e o objetivo é reduzi-lo para 2 horas. "Essa moto tem baixo custo de transporte, na faixa de 1 centavo por quilômetro. O objetivo é desenvolver uma nova tecnologia para melhorar a bateria e também a economicidade do projeto, fazendo com que essa bateria dê mais autonomia, mas a um custo que compense," disse Tavares.

De acordo com Luiz Antônio Rossi, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Unicamp, que será responsável pelo desenvolvimento da moto elétrica, as pesquisas se concentrarão em áreas como a otimização da tração do veículo em diferentes condições de uso e tipos de terreno encontrados no Brasil, ampliação de autonomia e redução do tempo de recarga da bateria.

Uma das primeiras modificações deverá ser a substituição das baterias, que no protótipo são de baterias chumbo-ácidas comuns, como as utilizadas em automóveis. A opção deverá recair nas baterias de íons de lítio, menores, mais leves e com maior densidade de carga.

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