Experimento faz luz viajar acima da velocidade da luz

Fonte: http://underlinux.com.br/noticia5508.html
Entenda porquê isto pode revolucionar a Informática!
Enviado em Quarta, setembro 28 @ 14:01:29 BRST por smvda
Uma equipe de pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausanne, Suíça, demonstrou que é possível controlar a velocidade da luz em uma fibra óptica - tanto diminuindo-a, quanto acelerando-a, utilizando instrumentos comuns de laboratório, em condições ambientais normais. A pesquisa foi publicada no exemplar do dia 22 da revista Applied Physics Letters.

Na demonstração do experimento, a tela do computador mostra uma pequena onda, que se move levemente para a frente e para trás. Mas esse comportamento aparentemente simples pode ter conseqüências tecnológicas sem precedentes. Os cientistas não apenas diminuíram a velocidade da luz por um fator de três; eles também conseguiram acelerá-la significativamente, fazendo com que a luz viajasse a uma velocidade maior do que a velocidade da luz.

A velocidade da luz - a letra c na famosa fórmula E=mc2 - é estabelecida em exatos 299.792.458 metros por segundo e representa um dos pilares da física moderna. Se confirmado o experimento, que ainda deverá ser realizados por outros cientistas, serão abertas novas fronteiras na pesquisa científica.

Esta não é a primeira vez que cientistas conseguem alterar a velocidade de um feixe de luz. Mesmo a luz que passa através de uma vidraça ou da água sofre um pequeno decréscimo em sua velocidade, à medida em que viaja nesse meio. Em 2003, um grupo da Universidade de Rochester, Estados Unidos, conseguiu diminuir a velocidade da luz em um sólido, a temperatura ambiente. Mas ainda há muito ceticismo mesmo entre os físicos.

Agora, com a publicação desse novo método, os pesquisadores Luc Thévenaz, Miguel Gonzaléz Herraez e Kwang-Yong Song trouxeram novamente o assunto à baila, com a grande vantagem de terem utilizado equipamentos simples, disponíveis na maioria dos laboratórios. Isso deverá facilitar a reprodução do experimento e melhores discussões entre os cientistas.

"[Nosso experimento] tem a enorme vantagem de ser um procedimento simples, barato e que funciona em qualquer comprimento de onda, principalmente nos comprimentos de onda usados em telecomunicações," explica Thévenaz.

É fácil de entender a importância tecnológica desse experimento: a cada segundo, terabytes de informações circulam pelos circuitos de fibras ópticas instalados no mundo todo, a uma velocidade de quase 300.000 quilômetros por segundo. Mas a informação não pode ser processada a essa velocidade, porque não há tecnologia disponível que possa armazenar, redirecionar ou processar os sinais de luz diretamente.

Por isto, é necessário que, na extremidade de cada fibra óptica, os fótons sejam convertidos em sinais elétricos, estes sim, processáveis pelas CPUs dos inúmeros equipamentos envolvidos nas telecomunicações. Se a luz puder ter sua velocidade controlada, será possível roteá-la e processar os dados ópticos sem a necessidade da conversão elétrica. Ou seja, os processadores poderão funcionar à velocidade da luz.

Foi exatamente isto que os cientistas fizeram em seu experimento. Utilizando seu método SBS ("Stimulated Brillouin Scattering"), eles frearam a luz por um fator de 3,6, criando uma espécie de "memória óptica". Eles também foram capazes de criar condições extremas, nas quais a luz viajou mais rápido do que os arredondados 300 mil quilômetros por segundo.

Embora esta aceleração da velocidade da luz pareça contrariar todos os ensinamento básicos da física, ela não destrona Einstein: a própria relatividade não entra em questão, já que apenas uma porção do sinal é afetada.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Golpe avançado ataca usuários do Yahoo!

Segunda-feira, 26 setembro de 2005 - 16:20
IDG Now!
Um avançado esquema de phishing scam está atingindo diretamente os usuários de serviços do Yahoo!, roubando o nome de usuário e senha enquanto redireciona o internauta a uma página legítima dentro do portal.
Descoberto nesta segunda-feira (26/09) pela empresa de segurança Websense, o golpe é considerado avançado e também o primeiro do gênero encontrado pela web.
As vítimas recebem uma mensagem instantânea ou e-mail de algum suposto amigo convidando-as para visitar a página de fotos do último aniversário ou de uma viagem de férias.
Ao acessá-la, entretanto, o internauta se depara com outro website que pede nome de usuário e senha. O truque está no fato de que a vítima é redirecionada a uma página legítima do Yahoo! Photos, fazendo-a pensar que aquele procedimento fora normal e que seus dados não foram armazenados.
"Seria difícil para usuário saber que, na verdade, ele caiu em um golpe", disse Ross Paul, gerente de produtos da Websense na Europa, Oriente Médio e África.
Em análise posterior, a empresa descobriu ainda que o golpe é hospedado nos próprios servidores do Yahoo!, já que a página maliciosa está registrada no serviço gratuito de hospedagem Geocities.
"Acredito que os criminosos estejam ficando cada vez mais sofisticados em engenharia social", notou Paul.
O Yahoo! comentou o assunto apenas afirmando que procura retirar os golpes do ar assim que os identifica, mas não disse ter qualquer procedimento especial para evitar técnicas mais avançadas, como a descoberta pela Websense.
Jeremy Kirk - IDG News Service, Reino Unido

Conheça o laptop de US$ 100 do MIT

O Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgou o design dos laptops de US$ 100 (R$ 224) e espera apresentar o protótipo em novembro, na Tunísia, durante o World Summit on Information Society (WSIS). A idéia de Nicholas Negroponte, chairman e co-fundador do Laboratório de Mídia do MIT, é colocar na mão das crianças um dispositivo flexível, durável e confiável, e que possa ser adaptado às mais diversas condições. O projeto está sendo avaliado pelo governo brasileiro. Outros alvos são China, Tailândia, Egito e África do Sul.




Laptop tem processador de 500 MHz da AMD e memória flash e vai rodar Linux para ter custo ainda menor
O laptop pode ser carregado como se fosse uma lancheira, facilitando o transporte. A idéia é que os alunos possam levá-los para casa.
O laptop pode ser carregado manualmente, com uma manivela, em locais onde não haja eletricidade. E o cabo de força, dobrável, serve também como alça para que se possa levar o laptop de um lugar para outro.
A versatilidade é uma das características do laptop.
FLexível, o dispositivo pode ser usado como um e-book, um laptop (no colo) ou como handheld (computador de mão)

O laptop de US$ 100 do MIT pode ser dobrado em mais posições do que os notebooks atuais, podendo ser usado no colo, segurado como um e-book e pode ser transportado como se fosse uma lancheira. A alça, aliás, é o cabo de força. E em lugares onde não haja eletricidade, o laptop pode ser recarregado manualmente, com uma manivela. (veja as fotos). Segundo Negroponte, o laptop deve ser "absolutamente indestrutível", portanto, terá um revestimento emborrachado.

O modelo tem processador de 500 MHz, monitor de cristal líquido de sete polegadas com tela preparada para facilitar o uso ao ar livre e resolução de 640 por 480 pixels, disco rígido de 5 Gb e sistema operacional Linux. Estão previstas quatro portas USB para o dispositivo.

O estado de Massachusetts deve equipar as escolas com o laptop do MIT até o final de 2006. A produção do dispositivo é estimada por Negroponte entre 5 milhões e 15 milhões até o final de 2006 para os mercados inicialmente propostos. Até dezembro de 2007, diz ele, a produção deverá situar-se entre 100 milhões e 150 milhões - mais de três vezes a venda anual de laptops hoje.

Fonte: Terra Informática

World Wind: uma alternativa open source ao Google Earth

Fonte: linuxsecuretybrasil
Contribuição de Noticias , Wednesday, September 28 @ 13:00:16 EST GNU / GPL Dos poucos projetos do Google, rumores de projetos e aquisições não conseguiram gerar tanta inveja nos usuários de Linux quanto o Google Earth. O Google, na parte de pesquisas, não se limita somente ao Windows, mas o Google Earth sim. Mas agora há uma alternativa (e open source), o projeto World Wind, da NASA: igual ao Google Earth, uma visualização 3D do sistema planetário com sobreposições de imagens de satélite, tempo, informações políticas e mapas topológicos. Em resumo, o World Wind é igual ao Google Earth, mas com um grande diferencial: é open source. Fonte: NewsForge...



http://software.newsforge.com/software/05/08/30/1240231.shtml?tid=132&tid=27
World Wind: http://worldwind.arc.nasa.gov/index.html

FreeSound

Fonte: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1127876886.html

2005-09-28 00h08min

FreeSound é um projeto que visa reunir sons (não músicas ou composições) dos mais variados tipos, catalogados de acordo com suas características diversas, e sob licença Creative Commons. Conta inclusive com opção de preview.
O banco de dados já conta com mais de 7000 sons.

Confira: http://freesound.iua.upf.edu/whatIsFreesound.php

Criptografando arquivos no Gnome

Um bom frontend para o gnupg (programa de criptografia do linux) é o seahorse que integra-se a todo o sistema, de modo que se você criar um arquivo no gedit ele mostra nos menus a opção de criptografar o arquivo. O endereço do seahorse é: http://live.gnome.org/Seahorse os downloads podem ser feitos no seguinte endereço: http://seahorse.sourceforge.net/download.html


A imagem “http://wiki.linux.org.hk/images/4/43/Seahorse-genkey.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Você pode também criptografar aquivos executáveis para poder guarda-los no gmail.

Open office beta 1.9.130

Nova versão do openoffice.org

http://oootranslation.services.openoffice.org/pub/OpenOffice.org/680m130/

Ativando o suporte a montagem automática do CD-ROM no Kurumin

Fonte: http://www.guiadohardware.net/kurumin/dicas/002/index.php
Por Carlos E. Morimoto

O suporte à motagem automática do drive de CD-ROM é usado a um tempo em várias distribuiçoes Linux. Tenho resistido a incluir este recurso no Kurumin pois automount não é o sistema mais estável do mundo. Ele trava ou se confunde com uma certa frequencia, fazendo com que o usuário tenha que ficar forçando a montagem ou ejeção do CD manualmente, o que acaba sendo mais complicado.

Ao invés de montar automaticamente, o Kurumin inclui dois ícones no Desktop, para acessar o CD e ejetar o CD. É um sistema manual, mas que pelo menos funciona sempre, de uma forma previsível.

Pode ser que isso mude no futuro, mas se você quiser habilitar o suporte à montagem automática hoje, pode fazê-lo de uma forma bastante simples usando o autofs. Ele é bem mais simples de usar que o automount, não é preciso sair recompilando o Kernel nem alterando o fstab. Basta instalar o pacote e ele começa a trabalhar silenciosamente. Ele também, não conflita com a montagem e desmontagem manuais do CD. Se alguém usar os ícones no desktop, vai funcionar da mesma forma.

Para instalar o autofs e já deixa-lo configurado para inicializar junto com o sistema:

# apt-get install autofs

Para iniciar o serviço sem precisar reiniciar a máquina, rode também:

# service autofs start

O CD-ROM ficará acessível através da pasta /mnt/auto/cdrom. Caso você tenha mais de um, o segundo drive aparecerá como /mnt/auto/cdrom1 e assim por diante.

O autofs é similar ao automount usado a tempos em outras distribuições. Ao colocar um CD no drive ele é montado automaticamente. Ao pressionar o botão de ejetar no drive o autofs desmonta automaticamente, permitindo que ele realmente seja ejetado. Existe uma limitação aqui: ele não conseguirá ejetar o CD-ROM se houver algum aplicativo acessando o CD, uma janela do gerenciador de arquivos acessando a pasta /mnt/auto/cdrom por exemplo. Você primeiro terá que fechar tudo para depois conseguir ejetar o CD, o que às vezes realmente enche o saco.

Nestes casos você poderá usar o ícone "Ejetar CD-ROM" presente no desktop do Kurumin. Ele usa uma abordagem mais direta, usando o comando "fuser -k" para ejetar o CDROM na marra, mesmo que para isso seja necessário matar o aplicativo que está travando o CD:

# fuser -k /mnt/auto/cdrom
# eject /mnt/cdrom

Geralmente, ao simplesmente acessar a pasta /mnt/auto/ você não verá o "cdrom", para acessar o CD é melhor ir direto ao ponto, acessando a pasta /mnt/auto/cdrom diretamente. Para facilitar isso, você pode criar um link "cdrom" dento do diretório /home ou no desktop. Assim você clica sobre o "cdrom" e já vai direto à pasta. Para isso, use o comando:

$ ln -s /mnt/auto/cdrom ~/cdrom

Congresso Peruano aprova lei a favor do software livre

Fonte: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1127440898.html

2005-09-22 23h01min

Com 61 votos a favor, 0 contra e 5 abstenções de um total de 66 congressistas, o Congresso da República Peruana aprovou esta tarde a Lei de neutralidade tecnológica na contratação de licenças e serviços de informática. Esta lei establece uma série de critérios e expõe oficialmente o software livre como opção prioritária na tomada de decisões, além de dar a conhecer que copiar é legal utilizando software livre.

Fonte: http://www.linuxcentro.net/lin[...]cle.php?story=2005092218260629

Vivendo Software Livre

Fonte: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1127441320.html

2005-09-22 23h08min

Sergio Lopes postou em seu blog um relato sobre o resultado de publicar sob GPL um script que instala automaticamente o Internet Explorer no Linux usando o Wine e ver a comunidade ajudando, enviando sugestões e modificações:
http://tatanka.com.br/blog/200[...]-software-livre-na-prtica.html

Se interessou mais pelo script do que pelo relato? Você pode fazer download aqui:
http://www.tatanka.com.br/ies4linux/index.pt-BR.php

Ceará: II Fórum de Software Livre de 6 á 8 de Outubro

Editoria: Comunidade
22/Sep/2005 - 11:59
Buscando alavancar o Software Livre nos Estados do Nordeste e diminuir as dissiparidades regionais do Brasil, o Projeto Software Livre Ceará, com o apoio das comunidades de Software Livre, instituições/empresas públicas e privadas, tem o prazer de realizar a segunda edição de seu Fórum Cearense de Software Livre - II FCSL.

O evento acontecerá na Universidade de Fortaleza - UNIFOR - dias 6,7 e 8 de Outubro de 2005, abrangendo áreas de desenvolvimento, aplicativos desktop, administração de redes e sistemas, filosofia e ética, convergência de redes, jogos e estudo de casos, a fim de cada vez mais colaborar para o fortalecimento da comunidade de desenvolvedores e usuários de Software Livre Cearense. Nessa nova versão do FCSL também foi aberto um espaço para a submissão de trabalhos. Participe você também!

Durante seus 3 dias de duração (quinta-feira, sexta-feira e sábado), mais de 50 atividades estão previstas: palestras técnicas, minicursos práticos e teóricos, debates, apresentação de casos de sucesso, instalação (install fest) e mostra de soluções.

Contamos com a presença de todos. Até lá!

Fonte: PSL-CE Links: http://psl-ce.softwarelivre.org/fcsl

Massachussets toma decisão em favor de um padrão aberto para documentos de escritório

Editoria: OpenOffice-BR
22/Sep/2005 - 12:06
Estado de Massachusetts (USA) decide utilizar apenas formatos abertos, a partir do começo de 2007, na geração de documentos eletrônicos. Estes formatos incluem PDF e OpenDocument. Este último será amplamente suportado na nova versão do OpenOffice.org (2.0), que já se encontra em versão beta. A decisão vem sendo criticada pela Microsoft e elogiada por outras empresas e entidades que apóiam a utilização do software livre e de padrões abertos.


Fonte: Site do OpenOffice.org

Sentinela - Projeto ERP P2P gratuito para Linux (OpenSource)

2005-09-20 23h17
Fonte: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1127269062.html
minIniciado o primeiro projeto de software ERP P2P OpenSource para Linux, destinado à empresas dos mais diferentes portes e segmentos. Um software ERP tem como finalidade, controlar e integrar todos os departamentos de uma empresa. A grande diferença deste software, é sua concepção P2P (mesma tecnologia de compartilhadores de arquivos como o Kazaa), onde cada máquina faz o papel de servidor e cliente ao mesmo tempo, tornando-o um software totalmente escalável. Por se tratar de um projeto OpenSource para Linux, ele será totalmente gratuito. O objetivo é concluí-lo em 4 anos. Uma visualização detalhada do projeto e seus conceitos podem ser acessadas através do site http://www.sentinelaerp.org

Primeiro livro nacional sobre GIMP

Comunidade
Fonte: http://br-linux.org/linux/?q=node/1813


Lançado no dia 15 de setembro de 2005 o primeiro livro sobre a ferramenta GIMP (software livre), abordando a criação, edição e tratamento de fotos e imagens, chamado 'GIMP - Guia do Usuário', de André Milani (editora Novatec). O livro parte do zero, para quem nunca trabalho com edição de imagens, e vai detalhando todo o uso da ferramenta e seus componentes, com explicações claras e casos de uso como exemplo. Para finalizar, dois capítulos exclusivos com dicas e efeitos para a web e outro para fotografias. O site oficial é este.” A nota foi enviada por André Milani (milaniΘsoftblue·com·br), que acrescentou este link da fonte para maiores detalhes.

texto do próprio site em que se encontra o livro:

Resenha

O tratamento de imagens é uma técnica cada vez mais utilizada para realçar as principais características de uma imagem. Na criação de banners, folders, sites de Internet, assim como diversos outros meios, a qualidade gráfica é muito importante para atrair a atenção do público-alvo, o que leva profissionais de diversas áreas a melhorarem suas imagens com programas especializados.

O GIMP tornou-se referência internacional em tratamento de imagens, já sendo considerado muito superior aos programas concorrentes mundialmente conhecidos. O principal fator que torna o GIMP melhor que os seus congêneres é a grande quantidade de desenvolvedores ao redor do mundo que trabalham em sua constante atualização e na criação de novas funcionalidades, por ser um software de domínio público (GNU), sem contar na vantagem de usufruir de um programa superior e que não necessita da compra de licenças de uso.

GIMP Guia do Usuário traz até você o mundo completo desta ferramenta, abordando o seu funcionamento, com explicações simples e detalhadas, demonstradas passo a passo, para todos os níveis de usuários, partindo do básico da aplicação, desde sua instalação até a utilização de suas ferramentas e filtros com comentários de casos de uso no dia-a-dia.


Instalando as 32 fontes mais comuns do windows no debian-cdd

O Script abaixo serve para instalar as fontes mais comuns do windows
no GNU/Linux debian-cdd. Mas afinal o que é debian-cdd?
para saber visite este link: http://cdd.debian-br.org/

#!/bin/bash

# Pasta onde serão baixadas as fontes
pasta="fontes_windows"

# Arquivo contendo as fontes
arquivo="http://www.enebio.he.com.br/fontes_windows.tar.gz"

# Cria o diretório $pasta
mkdir $pasta

# Muda para o diretório $pasta
cd $pasta

# Pega (download) o arquivo $arquivo
wget $arquivo

# Descomprime o arquivo
tar -zxvf fontes_windows.tar.gz

# Copia as fontes para o diretório /usr/share/fonts/truetype
cp *.ttf /usr/share/fonts/truetype

# Muda para o diretório /usr/share/fonts/truetype
cd /usr/share/fonts/truetype

# Cria a lista de fontes
#%{ttmkfdir} > fonts.dir
mkfontscale
mkfontdir
#mkfontdir -e /usr/X11R6/lib/X11/fonts/encodings
fc-cache

# Reinicia o servidor
xset fp rehash

# Volta ao diretório anterior
cd -
cd ..

# Apaga o diretório $pasta
rm -fr $pasta

echo "As fontes foram copiadas para a pasta: /usr/share/fonts/truetype."
#echo "Apague a pasta 'fontes_windows' que foi criada."
echo "Apague este script."
echo "Baseado nos artigos de Lincoln Lordello e Wainer Chiari - http://www.vivaolinux.com.br/artigos/."

Opera libera versão grátis e sem anúncio

Fonte: http://www.linuxit.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=4473
Postado em Terça, setembro 20 @ 16:20:12 BRT por wrochal
Opera A Opera Software passa a oferecer uma versão de seu browser gratuitamente. A partir de hoje os usuários de PC poderão fazer download do navegador 8.50 sem anúncio e sem custo. A versão 8.50 está disponível em 20 idiomas e roda em ambientes Windows, Mac OS X e Linux.

Antes, o navegador trazia um banner e o usuário que não quisesse visualizar o anúncio tinha que pagar uma taxa para removê-lo. Com a mudança, Jon S. von Tetzchner, CEO da Opera Software, espera atrair novos usuários para o browser, que completou 10 anos de vida em agosto e compete com os populares Internet Explorer e Firefox.

Pausa para dizer sim à proibição de armas

A indústria das armas é eficientíssima em defender
seu espaço, tanto o legal como o ilegal.

Não vamos cair nessa de que manter a venda de armas
e munições é uma coisa boa. Quantos irmãos matam
outros irmãos porque o pai deixou uma arma na gaveta?

Justificar a posse de armas usando como argumento
o fato de os bandidos terem acesso fácil às mesmas
não é nada convincente.

Aquele estudante maluco que metralhou gente no cinema
por acaso era assaltante?
quantas mulheres são assassinadas pelos cornos do
brasil afora?

Quantos bebados enraivecidos matam "amigos" em festas?
o número de mortos por esses episódios é maior do
que os eventuais assaltos evitados pelas "santas
armas"
que não tem outro propósito do que acabar com a vida
humana.

A campanha contra as armas legais pode ensejar outra
a campanha contra as armas ilegais, essa deve
ser a nossa postura.

Pelos motivos expostos eu vou votar sim
pelo desarmamento!

Essa polêmica é semelhante a que foi levantada
sobre o uso do cinto de segurança, e o que ficou
provado é que o cinto salva mais vidas do que mata.

Com as armas acontece o mesmo

Por que o Internet Explorer é um desastre de segurança?

Fonte: http://www.softwarelivre.org/news/2681
Não há muito o que você possa fazer com HTML e CSS. Você até pode fazer mais linguagens web de alto nível, como PHP, ASP, Perl e Python, mas você ainda precisa do HTML para mostrar o resultado na web. Uma solução mais poderosa seria criar um applet, um programa separado que é baixado e executado no seu computador logo após carregar um site web. A Sun Microsystems criou a linguagem Java para esse propósito, e a Microsoft respondeu introduzindo o subsistema de controle ActiveX.

Por: Jem Matzari - News Forge
Tradução e adaptação: Propus Software Livre

A diferença é que a Sun desenhou o Java com segurança em mente, e a Microsoft não. A idéia de segurança do ActiveX da Microsoft é requerer que os programadores assinem digitalmente os seus programas e solicitar o aval dos usuários finais para a instalação dos applets ActiveX. Não existe maneira de saber o que um programa ActiveX vai fazer até você ter rodado ele, tal ponto em que já é muito tarde para bloquear qualquer destruição que ele possa ter feito. Assinaturas digitais não fazem nada para parar códigos maliciosos.

Não importa quantas correções de segurança a Microsoft lança. O ActiveX ainda pode destruir o seu sistema e roubar os seus dados. A única maneira de se prevenir de um desastre em potencial é desabilitar o ActiveX, conseqüentemente limitando a funcionalidade do Internet Explorer.

A segunda extensão desastrosa que a Microsoft adicionou ao Internet Explorer é o Browser Helper Object, um arquivo que carrega com o Internet Explorer e tem acesso irrestrito para baixar, rodar e instalar programas ou applets sem a permissão ou conhecimento do usuário. O risco de segurança aqui é óbvio e auto explicativo. Coincidentemente é justamente essa uma das ferramentas usada pelo recente cavalo de tróia mencionado na notícia 2680.

Exploits BHO não podem ser detectados ou parados por um software anti-vírus. Alguns tipos de programas de detecção de espiões (spyware) podem detectar esses tipos de ataques, mas alguns outros não. Ao invés de baixar e instalar mais softwares para corrigir problemas no Internet Explorer, é melhor simplesmente usar um browser diferente.

Como um programa, o Internet Explorer não foi elaborado para ser seguro. O site SecurityTracker.com mantém uma lista de vulnerabilidades do I.E.. Veja você mesmo quanto sérias são as ameaças para o Internet Explorer e a freqüência que eles ocorrem. Então compare essa lista com a lista de vulnerabilidades do Mozilla. Qual você iria preferir?

Crônica do tradutor (Marlon Dutra)

É realmente uma pena que eu não possa traduzir o conteúdo do site da Microsoft falando sobre o Browser Helper Objects. Certamente eu teria implicações legais em fazer isso. Talvez até haja uma tradução no próprio site, mas não tive tempo de procurar. Se você pode ler em inglês, eu recomendo. Pode ser uma boa leitura, ao menos divertida.

Pelo menos o slogan, Browser Helper Objects: The Browser the Way You Want It, merece um comentário aqui. Traduzindo para o bom português teríamos algo como: Browser Helper Objects: O browser do jeito que você quer. Será que os usuários realmente querem controles que permitam a execução de um código sem o seu consentimento? Ou pior, sem o seu conhecimento? Ou será que eles erraram no slogan? Talvez deveria ser The Browser the Way We Want it (O browser do jeito que nós queremos). Soaria mais coerente.

Estatísticas de Falhas do Firefox e Internet Explorer

Para os que duvidam é só dar uma olhada:
Falhas do Firefox http://secunia.com/product/4227/
Falhas do Internet Explorer http://secunia.com/product/11/

Considere ainda que o Internet Explore é totalmente integrado com o gerenciador de arquivos o que torna qualquer vulnerabilidade sua bem mais comprometedora para o Sistema.

Beagle - um novo jeito de fazer buscas no Linux

:: Snoopy ::

Beagle
Com uma interface única, dá pra fazer buscas direcionadas, seja no IM, seja no e-mail, seja lá onde você quiser. É um super-indexador, bem rápido e eficiente. Trata-se do Beagle [a dica foi do Metal].

Aqui tem uma apresentação do cãozinho. <-- Não deixe de ver este link!!
Esta dica foi retirada do site: http://alfarrabio.org/index.php?catid=12&blogid=1

Uma boa dica de site

Bons sites é que tornam a Internet algo bom de se ver, e para que sua net fique menos sacal indico este link:
http://alfarrabio.org/index.php?catid=12&blogid=1

No referido site achei uma boa referência a uma opção Free Software ao Skype

:: VoIP OpenSource ::

OpenWengoDica bacana do Kram3r: uma alternativa open source ao Skype. É o Openwengo, que tem também suporte a vídeo. Aqui tem um comparativo com o Skype e outrtos brinquedinhos.

Microsoft (MSDN), acredita no crescimento do Mozilla e Opera

Fonte: http://www.linuxit.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=4463
Postado em Terça, setembro 13 @ 21:03:03 BRT por wrochal
Microsoft Foi anunciado no Baboo uma ótima notícia para os fãs do Mozilla, Firefox e Opera, agora até a própria Microsoft esta acreditando no crescimento de uso dos browser Mozilla, Firefox e Opera. Tanto que a MSDN, rede de desenvolvedores Microsoft, desde o final da semana passada já está aceitando internautas que usam os browsers citados acima.

O portal, que antes só funcionava corretamente com o Internet Explorer, ainda está adaptando as ferramentas para gerenciamento de downloads (o File Transfer Manager), mas promete para breve novas correções e ajuste de outros problemas identificados.

Lançado MySQL Workbench

Fonte: http://www.noticiaslinux.com.br/nl1126666237.html

2005-09-13 23h50min

A MySQL acaba de liberar a versão alpha do MySQL Workbench, uma ferramenta gráfica de 'desenho' de bancos de dados, que será o sucessor do DBDesigner4 (que já é sensacional). Por enquanto só disponível para Windows, mas em breve estará disponível para MacOS X e Linux.

Como usar melhor o google


Introdução
Saber fazer ou não uma busca na Internet pode ser a diferença entre, achar o que você deseja de forma rápida e precisa ou perder horas sem encontrar o que quer. Sem dúvida alguma, a melhor ferramente disponível hoje na web é o google http://www.google.com.br)
Use aspas
Quando digitar duas palavras ou mais na busca use aspas.

Buscar...

"dicas de html"

é diferente de buscar

dicas de html

Use o mais e o menos
Uma busca do tipo:

dicas +html

fará uma busca de sites que contenham a palavra '''dicas''', em seguida vasculhara nas ocorrências os que tem a palavra '''html''' retornando o resultado final.

borracha -escolar +amazônia

Buscará a palavra borracha escluindo as ocorrências de '''borracha escolar''' filtrando por fim as páginas que contém a palavra amazônia

Usando alternativas

A busca...

"(crossover | cross over)"

Retornará tanto '''crossover''' quanto '''cross over''' Usando curingas

A busca

"Eu vou * hoje"

Retornará frases em que o asterisco pode ser uma palavra qualquer ou um trecho com várias palavras que você não lembra ao certo. Os curingas podem ser muito úteis quando a frase a ser buscada contém muitas variáveis. Por exemplo no caso do (por que, por quê, porque, porquê). Exemplo:

"* o internet explorer é um desastre de segurança"

Não importa qual dos proquês apareçam no site o curinga cuida disso pra você, não é lindo!

Buscando em um site

A busca

dicas site:www.guiadohardware.net

Retornará as páginas com a palavra dicas, mas somente do site: www.guiadohardware.net
Buscando um tipo de arquivo

A busca

"dicas de busca" filetype:pdf

Retornará os sites que contenham "dicas de busca" mas somente se o tipo de arquivo for pdf tem um livro de tcp/ip de Rechard Stevens com tipo de arquivo '''chm''', ajuda do windows,

Richard Stevens filetype:chm

Você pode procurar por fontes '''LaTeX''' de livros diversos Fazendo combinações

Buscando um tipo de arquivo em um site

filetype:pdf site:www.guiadohardware.net

Para pegar todos os livros do morimoto :) não deixe de comprar as versões impressas.

buscando no nome do site

inurl:ezequiel goiania

buscando num intervalo de tempo
noticias 2004..2007

Procura os sites quem tem dicas no nome buscar no conteúdo

intext:sploit filetype:c
intext:users filetype:mdb

Achar mp3

no caso abaixo, ele busca os mp3 que estão inadvertidamentes soltos nos servidores por aí.

-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" "Last modified" mp3
-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" "Last modified" mp3 "Pearl Jam"

free e-books

-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" +("/ebooks"|"/book") +(chm|pdf|zip)
-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" +("/ebooks"|"/book") +

veja também

Digite e o Google fará
5 ^ 3 5 elevado a 3
sin(45 degrees) o seno de 45 *
tan(45 degrees) a tangente de 45 *
cos(45 degress) o cosseno de 45 *
sqrt (90) a raiz quadrada de 90
ln (13) o logaritmo base e de 13
log (1,000) o logaritmo base 10
50! o fatorial de 50
4th root of 64 o cálculo da quarta raiz de 64 **

No Google em português, digite No Google em inglês, digite e o Google converterá
30 cm em pés 30 cm in ft 30 centímetros em pés
50 km em milhas 50 km in miles 50 quilômetros em milhas
10 quilos em libras 10 kg in lb 10 quilogramas em libras
3 reais em dólar 3 reais in dollar 3 reais em dólar
2007 em romanos 2007 in roman numerals 2007 em números romanos


* dicas-L http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/20050619.php
* liber003.pdf
* Um livrinho de 10 páginas sobre como usar melhor o google
* um java scrpt que abre um diálogo de busca
* http://www.googleguide.com/advanced_operators_reference.html
* http://www.infowester.com/dicasgoogle.php

Livre expressão privatizada no mundo digital

ESPAÇOS COMUNS
Livre expressão privatizada no mundo digital

Paul Mobbs (*)
Fonte: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=346ENO001

Reproduzido da Revista do Terceiro Setor, de 9/9/2005

De Seattle a Davos, nos Estados "democráticos" do ocidente, aos regimes politicamente repressores da Ásia, nos acostumamos à imagem midiática de protestos controlados por forças de segurança pública cada vez mais militarizadas. Governos e, especialmente, conferências internacionais agora se escondem atrás de cercas, seguranças e prédios inacessíveis. Talvez, no entanto, não estejamos percebendo uma restrição mais significativa ao nosso direito de livre expressão, muito embora ela se manifeste diante de nós todos os dias. É a gradual tomada dos nossos espaços públicos, ou comuns, pelo interesse privado. E mais: essa tendência faz prever uma futura batalha pela liberdade de expressão em outro espaço público – um que muitos usuários entendem como aberto e incontrolável: o dos computadores e da internet. Precisamos despertar para a ameaça a esses espaços públicos digitais antes que também dentro deles comecemos a perder nossos direitos de livre expressão e associação.

Perdendo nosso direito aos espaços comuns

Historicamente, cada sociedade tem reconhecido a idéia do "espaço comum". Há certos espaços na sociedade que imaginamos abertos a todos. Por essa razão, eles têm sido tradicionalmente utilizados para reuniões e manifestações. Mesmo em países como os do Reino Unido, com uma longa história de industrialização e repressão a movimentos reivindicatórios, a idéia do espaço comum e do acesso a esses espaços nas ruas e praças públicas sobreviveu. Isso é crítico, pois a capacidade de se reunir e se comunicar em público é o cerne da livre expressão e compõe a base de qualquer movimento por mudanças políticas.

No entanto essas tradições têm sido seriamente ameaçadas pela privatização dos espaços públicos. Em países que alardeiam seu compromisso com a liberdade de expressão, como Estados Unidos e Reino Unido, houve uma mudança sutil no direito à livre expressão. Governos e políticos são impedidos por lei de fazer restrições diretas às liberdades individuais, mas via-de-regra o fazem. Na verdade, suas políticas de livre-mercado têm criado severas restrições para o exercício do ativismo e para as comunicações públicas.

À medida que shoppings cada vez maiores são construídos e megalojas provocam o fechamento do pequeno comércio local, diminuem os espaços públicos onde as pessoas podem interagir livremente. Esses novos shoppings são propriedade privada. E embora uma cidade inteira possa fazer compras nesse lugar, seus cidadãos não têm qualquer direito de protestar numa propriedade privada. Nos Estados Unidos, na iminência da guerra no Iraque, até mesmo vestir uma camiseta com dizeres de paz dentro de um shopping era classificado como um protesto, provocando a detenção do usuário. Na realidade, o shopping acaba sendo um porto seguro em que até mesmo os excessos mais abomináveis das corporações globais se mantêm protegidos atrás de vidros translúcidos, circuitos fechados de TV e segurança particular.

Ao mesmo tempo, parte cada vez maior dos nossos espaços públicos fica abarrotada pelo trânsito, e a pressão pelo desenvolvimento resulta em que muitos desses espaços (e no Reino Unido isso também inclui escolas e hospitais) acabam tomados pela iniciativa privada. De várias formas, nossos espaços comuns têm sido subtraídos, entregues a interesses privados. Conseqüentemente, a capacidade de organização e protesto em torno de questões locais e nacionais tem sido marginalizada. Torna-se cada vez mais difícil o engajamento popular, uma vez que os espaços públicos, embora abertos aos nossos direitos de consumidores, encontram-se inacessíveis aos nossos direitos civis e políticos.

O "espaço comum digital" e a tecnologia DRM

Em todo o século 20, o mais significativo avanço para a liberdade de associação em níveis local e global talvez tenha sido o desenvolvimento da internet. É, de fato, um "espaço comum digital". A tecnologia criou um espaço onde, fora até mesmo das pressões dos regimes mais repressores, indivíduos podem se reunir, se comunicar e promover mudanças.

A restrição mais significativa, até aqui, tem sido o fato de que o acesso à internet permanece limitado a uma elite, concentrado principalmente nas nações mais ricas. O fato de que a tecnologia é um pré-requisito para que se tenha acesso a essa rede também significa que, sob regimes repressores como o de Myanmar, ter um computador pode ser considerado crime punível com prisão.

Entretanto a internet tem permitido que interesses comuns entre populações de regiões diversas do mundo sejam compartilhados e ações coletivas sejam planejadas.

Até o momento, mais do que se concentrar nos benefícios da liberdade de expressão dos cidadãos, muitos governos têm preferido celebrar a internet pensando na revolução do comércio eletrônico. É uma pena, pois ao pensar nos efeitos para os negócios e não para a sociedade civil, a maioria dos governos enxerga a internet como um espaço puramente "contratual" envolvendo usuários, provedores de serviços e corporações de telecomunicação. Conseqüentemente, mais ou menos como ocorre na relação entre os shoppings e o público, não vêem necessidade de uma legislação para proteger os direitos civis e políticos nesse "espaço comum digital".

No início dos seus 36 anos de história, a internet foi desenvolvida como um projeto colaborativo. E o que é mais importante: a tecnologia responsável pelo funcionamento das mais diferentes redes de computadores utiliza padrões abertos. Isso permite que desenvolvedores de diferentes sistemas façam uso dos padrões sem precisar pagar licenças – o que chamamos de "interoperacionalidade". Ao mesmo tempo, o uso de computadores, em si, sempre foi livre. Podemos usá-los quando quisermos, ainda que isso infrinja alguma lei em nosso ou em outro país. Contudo, durante a década seguinte, pudemos ver as mesmas forças privatizadoras que tomaram conta de nossas cidades dissimulando a liberdade de uso de computadores e de relacionamentos online em favor dos interesses dos detentores de direitos de propriedade intelectual.

Como usuários de computadores que trabalham coletivamente usando a internet, infringimos leis de copyright quase todos os dias. Esqueça softwares piratas ou compartilhamento de arquivos! A lista de atividades que rotineiramente violam o copyright é muito mais inócua. Por exemplo, copiar texto de fontes online para colar em seu processador de texto, escanear e usar email para enviar artigos para amigos, fazer sampling de música e vídeo, gravar programas de rádio ou TV ou até mesmo, em certos casos, citar nomes de produtos ou marcas registrados comercialmente. Boa parte do sucesso dos computadores e da internet se deu a partir de pequenas infrações de copyright cometidas pelos usuários. Até o momento, esses atos têm sido ignorados, seja pela impossibilidade de controlá-los ou porque é inútil tentar impor sanções legais além das próprias fronteiras.

Na Páscoa de 2006, a Microsoft deve lançar o Vista, sistema operacional que vai substituir o Windows XP. Será o primeiro sistema de grande porte a adotar a tecnologia DRM (sigla de Digital Rights Management, ou Administração de Direitos Digitais). Como afirmou a própria Microsoft ao jornal The New York Times, em 2002, a introdução da DRM vai representar "o fim de interoperacionalidade". O objetivo é simples: ao impedir um computador de "conversar" com outro livremente, é possível prevenir o uso não autorizado de propriedade intelectual. Quem detém direitos de propriedade intelectual não terá mais de ir à Justiça para defendê-los e provar que os tem, pois o sistema automaticamente se encarregará de protegê-los. No entanto, considerando nosso uso diário dos computadores e da internet, a DRM tem um impacto mais significativo sobre como as pessoas serão capazes de se relacionar e trocar informações no futuro.

Os sistemas DRM não são apenas um mecanismo mais sofisticado de combate à pirataria. Não se trata somente de evitar que arquivos sejam copiados. Todos que acessarem um computador serão identificados. E isso será a base para o controle do acesso a esse computador e a todas as redes de computadores que compõem a internet. O objetivo é aparentemente simples: se você consegue identificar o usuário, e sistemas complexos de criptografia e verificação podem ser usados para isso, é possível cobrar pelo acesso à informação. Você igualmente passa a abrir mão de qualquer anonimato em redes eletrônicas onde deveria permanecer anônimo, como ao fazer uma transação eletrônica com cartão de crédito.

Quando sistemas complexos de DRM estiverem sendo usados em larga escala (o que pode levar, nas previsões atuais, dez ou 15 anos), softwares e informações não serão mais comprados, mas licenciados por determinado período, eletronicamente, utilizando conexões criptografadas, de modo a evitar que o conteúdo esteja disponível para alguém que não tiver pago por ele. Isso significa que as pessoas poderão ter de pagar para ter acesso a uma determinada página. E ao terem acesso, mesmo gratuitamente, talvez não possam editar ou salvar, sequer imprimir o conteúdo ali reproduzido. Haverá também restrições a quem desejar fazer cópia da informação de um programa para outro, como, por exemplo, do browser para o editor de texto. Em resumo, a tecnologia DRM serve para "lacrar" computadores e redes de computadores, de modo a evitar que as pessoas façam o que bem quiserem com a informação que recebem diariamente. Significa exterminar todas as pequenas infrações contra a propriedade intelectual que tornam o uso dos computadores e da internet tão valioso no nosso dia-a-dia.

O futuro não está pronto... e você pode construí-lo

Empresas como a Microsoft vendem a idéia da tecnologia DRM como algo que tornará seu computador "mais seguro". Como disse Thomas Jefferson, terceiro presidente da história dos Estados Unidos, "uma nação que impõe limites à liberdade em nome da segurança não terá nenhuma das duas". Os atuais problemas de segurança envolvendo computadores são em parte baseados nas práticas reservadas de companhias de software que tentam proteger seu trabalho utilizando direitos de propriedade intelectual. Esses problemas não existem na mesma escala com softwares produzidos em sistema aberto. Sistemas DRM ainda continuarão sujeitos a falhas que os deixarão expostos a vírus, vermes e outros perigos virtuais, porém permanecerão no seu papel de restringir o acesso a informações não-autorizadas.

Muitos daqueles que se opõem ao uso da tecnologia DRM depositam sua fé em sistemas "abertos" como o sistema operacional Linux. Para nós, é uma esperança vã. Isso porque, embora a tecnologia DRM esteja sendo adotada inicialmente em softwares, á intenção é que a próxima geração de processadores já saia de fábrica com a DRM instalada no próprio hardware. Software livre é irrelevante quando os controles estão instalados nos circuitos dos computadores. Entretanto até mesmo Linus Torvalds (criador do Linux), para a revolta de boa parte do movimento pelo software livre, já declarou que não vê problema em instalar controles DRM no Linux. Conseqüentemente (a menos que surja outro sistema operacional livre), que fé podemos ter no software livre?

Os argumentos sobre a tecnologia DRM – e sobre a preservação do espaços comum digitais – não se baseia na tecnologia, mas nas informações que esses sistemas podem trocar. Os espaços comuns digitais não contêm bit e bytes de dados, mas palavras e expressões de pensamentos convertidos em meio digital. Do mesmo modo, a tecnologia DRM não lacra computadores com o propósito de restringir o acesso. O que ela faz é restringir acesso a conteúdo licenciado. Por isso, se queremos chegar à raiz do problema, é preciso discutir o conteúdo, não apenas a tecnologia.

Os mais simples sistemas DRM utilizam "metadados" – isto é, dados que descrevem outros dados – para controlar o acesso ao conteúdo. Então que tal desativarmos esses controles ao produzirmos informação? Por que não distribuir o conteúdo que produzimos? Para os habituais produtores de informação online, o grande interesse reside em utilizar o potencial monopolista da tecnologia DRM. Mas se uma rede mundial de ativismo, a começar pelos ativistas locais, dedicar parte de seu tempo para produzir conteúdo livre coletivamente, o monopólio sobre a informação online terminará. Os usuários de computadores estariam diante de uma escolha bastante simples: pagar por conteúdo ou utilizar informação disponível gratuitamente.

O debate sobre a tecnologia DRM e seus efeitos sobre o uso de computadores envolve muitos e diferentes aspectos. Saber se o novo sistema da Microsoft vai funcionar como planejado é um deles. Mas para aqueles que têm uma consciência global, DRM traz uma questão maior: que tipo de mundo digital queremos construir? As leis de propriedade intelectual que levaram à criação da tecnologia DRM são um produto da industrialização. Um resultado direto do desejo de explorar os consumidores. De maneira oposta, a noção de informação aberta, compartilhada digitalmente e produzida colaborativamente se baseia em ganho cooperativo. Em fazer com que o esforço colaborativo resulte em benefícios para um número maior de pessoas, ampliando e reafirmando a natureza do espaço comum digital.

Se prover conteúdo gratuito for a melhor solução para o mundo fechado que a DRM pretende criar, que argumento contrário você levantaria?

(*) Integrante do grupo inglês de ciberativismo electrohippies collective; artigo publicado sob licença GNU Free Documentation; contato com o autor (mobbsey@gn.apc.org)

Pacote do Openoffice.org 2.0 Pre em português brasileiro

Aplicações

OpenOffice 2.0 (na verdade 1.9m125-pt_BR) com instalador automático para distribuições baseadas em Debian, Kurumin, Kalango, etc. Já com corretor ortográfico em pt_BR. Para quem gosta do OOo, a versão 2.0 (BETA) está show de bola, mais rápida, mais estável e com milhões de novidades. Confiram esse pacote de instação que nosso colega criou!” A nota foi enviada por Tales A. Mendonça (tales[arroba]linuxhard·org), que acrescentou este link da fonte para maiores detalhes.
Fonte: http://br-linux.org/linux/?q=node/1745

Patch de Correção Mozilla e Firefox



Enviado em Sábado, setembro 10 @ 20:20:54 BRST por scorpion
Fonte: www.underlinux.com.br
A fundação de Mozilla está ciente de uma vulnerabilidade crítica potencial de segurança no suporte a IDN dos navegadores Mozilla e Firefox, como relatado publicamente em 8 de setembro. Não há atualmente nenhum exploit ativo conhecido desta vulnerabilidade embora uma prova do funcionamento deste tenha sido relatada. Para proteger-se deste exploit, siga estas instruções.


APT no RedHat/Fedora

Artigo de Hugo Cisneiros
Link para o original: http://www.devin.com.br/eitch/apt-redhat/

APT no RedHat/Fedora

Hugo Cisneiros, hugo_arroba_devin_ponto_com_ponto_br
Última atualização em 05/03/2004

1. O que é o APT?

O APT (Advanced Package Tool, ou Ferramenta de Pacotes Avançada) é uma ferramenta que gerencia de uma maneira muito intuitiva os pacotes de programas no Linux. O APT foi originalmente criado para funcionar junto com dpkg, do Debian, mas ele foi portado pela Conectiva para funcionar com o sistema de pacotes RPM, criado pela RedHat. O APT resolve os conflitos e dependências de pacotes de uma maneira muito fácil e automática. Além disso ela é uma ótima ferramenta para a atualização do sistema através da Internet, instalação de programas adicionais, entre outros. Neste tutorial irei ensinar como instalar e usar o APT em sistemas RedHat ou Fedora, mas com algumas adaptações, os métodos descritos aqui podem ser feitos em outras distribuições que utilizam o RPM. No caso do Debian, nada precisa ser feito pois o sistema já vem com o APT por padrão.

2. Instalando o APT no RedHat ou Fedora

Para cada versão do sistema, há pacotes específicos a serem baixados. No site (http://apt.freshrpms.net/) você obtém uma lista das versões do APT para cada versão do seu RedHat ou Fedora. Abaixo segue o link direto para o RPM dos principais sistemas:

Neste tutorial, iremos usar como exemplo o RedHat 9. Então para instalar o RPM no seu sistema depois de baixado através dos links acima, utilize o comando:

# rpm -Uhv apt-0.5.5cnc6-fr1.i386.rpm

Depois de instalado no sistema, você terá de configurar o APT através de seus arquivos de configuração. O diretório /etc/apt foi criado na instalação do pacote e é nele que você vai editar os arquivos necessários para o funcionamento da ferramenta.

O arquivo /etc/apt/apt.conf contém as configurações padrões do utilitário APT. As configurações neste arquivo já vêm prontas para o uso, e você só precisará modificar alguma coisa se realmente estiver precisando disso. Um exemplo do que você teria que fazer é habilitar o campo Proxy na seção Acquire para utilizar um Proxy ao baixar os pacotes na Internet.

Já o arquivo /etc/apt/sources.list precisa de nossa configuração. Este arquivo contém a localização dos índices dos pacotes e os próprios pacotes na Internet. Editando este arquivo, você ira especificar onde o APT irá baixar os pacotes para instalá-los na sua máquina. O nome que damos à essa localidade é "repositório apt". Vamos pegar o exemplo que já vem por padrão na configuração:

rpm http://ayo.freshrpms.net redhat/9/i386 os updates freshrpms
rpm-src http://ayo.freshrpms.net redhat/9/i386 os updates freshrpms

As duas linhas acima especificam dois tipos de repositórios APT: um de RPMs binários, e outro de RPMs com código-fonte (SRPMS). Caso você não utilize SRPMS, só é necessário a primeira linha. A linha consiste em campos: O primeiro campo pode ser rpm ou rpm-src como já explicado. O segundo campo é o Host onde o APT se conectará para chegar ao repositório do APT. Este host pode ser HTTP ou FTP. O terceiro campo é o diretório onde o repositório está localizado. E por último, o quarto campo em diante são os módulos contidos no repositório.

Na primeira linha, eu especifiquei que acessaria o repositório ayo.freshrpms.net, e faria o índice dos RPMS do os (parte principal do sistema, ou seja, os RPMs que vem no CD; updates que são as atualizações de segurança da distribuição; e freshrpms que é um repositório especial do http://freshrpms.net que contém pacotes extras que a distribuição oficial não disponibiliza (por exemplo, o apt é um desses pacotes extras).

Como host do repositório apt, você pode também usar os mirrors (espelhos) disponíveis, como listado na página do http://apt.freshrpms.net:

...Ou você pode criar seu próprio mirror, como explicado mais a frente neste tutorial.

3. Utilizando o APT

Agora é hora de colocar a ferramenta pra funcionar. Antes de mais nada precisamos atualizar os índices do repositório APT, armazenando-o no nosso sistema. Para fazer isso, você só precisa de um comando:

# apt-get update

E ele irá atualizar o índice do repositório configurado no arquivo /etc/apt/sources.list como explicado antes. Se tudo ocorrer bem, tudo ira seguir mais ou menos como mostro abaixo:

# apt-get update
Get:1 http://ayo.freshrpms.ne redhat/9/en/i386 release [714B]
Fetched 714B in 0s (4010B/s)
Hit http://ayo.freshrpms.net redhat/9/en/i386/os pkglist
Hit http://ayo.freshrpms.ne redhat/9/en/i386/os release
Get:1 http://ayo.freshrpms.ne redhat/9/en/i386/updates pkglist [434kB]
Hit http://ayo.freshrpms.ne redhat/9/en/i386/updates release
Fetched 434kB in 2s (208kB/s)
Reading Package Lists... Done
Building Dependency Tree... Done

Depois do indice atualizado no sistema, é hora de você começar a colocar as coisas pra funcionar. Vamos agora por exemplo, tentar atualizar o sistema:

# apt-get upgrade
Reading Package Lists... Done
Building Dependency Tree... Done
The following packages will be upgraded
libxml2
1 packages upgraded, 0 newly installed, 0 removed and 0 not upgraded.
Need to get 584kB of archives.
After unpacking 160B of additional disk space will be used.
Do you want to continue? [Y/n] y
Get:1 http://ayo.freshrpms.net redhat/9/en/i386/updates libxml2 2.5.4-3.rh9 [584kB]
Fetched 584kB in 0s (4262kB/s)
Executing RPM (-Uvh)...
warning: /var/cache/apt/archives/libxml2_2.5.4-3.rh9_i386.rpm: V3 DSA signature: NOKEY, key ID db42a60e
Preparing... ########################################### [100%]
1:libxml2 ########################################### [100%]

Como você pôde ver acima, eu utilizei o comando apt-get upgrade para procurar por pacotes mais novos e atualizar o sistema com eles. Na minha configuração, eu coloquei o módulo updates no /etc/apt/sources.list, então isso quer dizer que as atualizações que estiverem neste local do repositório serão reconhecidas pelo APT. É assim que fica fácil de se atualizar o sistema.

Se eu fizer novamente o processo acima, olha o que vou conseguir:

# apt-get upgrade
Reading Package Lists... Done
Building Dependency Tree... Done
0 packages upgraded, 0 newly installed, 0 removed and 0 not upgraded.

Ou seja, todos os pacotes estão atualizados no meu sistema.

Suponhamos agora que você queira instalar uns pacotes do PHP, mas não sabe ao certo como eles se chamam. Com o APT, você pode procurar no índice por pacotes que tenham em sua descrição certas palavras, como por exemplo PHP. Para fazer isso, utilizamos o comando apt-cache, veja só:

# apt-cache search php
asp2php - Converts WWW Active Server Pages to PHP pages
asp2php-gtk - gtk+ frontend for asp2php
quanta - K Desktop Environment - core files
php - The PHP HTML-embedded scripting language. (PHP: Hypertext Preprocessor)
php-devel - Files needed for building PHP extensions.
php-imap - An Apache module for PHP applications that use IMAP.
php-ldap - A module for PHP applications that use LDAP.
php-manual - The PHP manual, in HTML format.
php-mysql - A module for PHP applications that use MySQL databases.
php-odbc - A module for PHP applications that use ODBC databases.
php-pgsql - A PostgreSQL database module for PHP.
php-snmp - A module for PHP applications that query SNMP-managed devices.
squirrelmail - SquirrelMail webmail client

Viu só? Estes são os pacotes relacionados com o PHP. Que tal a gente instalar o php-manual e dar uma lida pra aprender? Veja só como se faz:

# apt-get install php-manual
Reading Package Lists... Done
Building Dependency Tree... Done
The following NEW packages will be installed:
php-manual
0 packages upgraded, 1 newly installed, 0 removed and 0 not upgraded.
Need to get 13.7MB of archives.
After unpacking 92.7MB of additional disk space will be used.
Get:1 http://ayo.freshrpms.net redhat/9/en/i386/updates php-manual 4.2.2-17.2 [13.7MB]
Fetched 13.7MB in 1s (10.9MB/s)
Executing RPM (-Uvh)...
warning: /var/cache/apt/archives/php-manual_4.2.2-17.2_i386.rpm: V3 DSA signature: NOKEY, key ID db42a60e
Preparing... ########################################### [100%]
1:php-manual ########################################### [100%]

Uma coisa muito legal do APT é que se você quer instalar ou remover um pacote, e este pacote depende de outros pacotes, o APT sabe disso e resolve isso pra você: ele pergunta se você quer também instalar/remover os pacotes dependentes. Ou seja, se você não tiver o PHP instalado em sua máquina e tentar instalar o php-imap, o APT vai querer instalar também o pacote principal php, pois o php-imap é dependente dele. Teste para ver.

E agora que eu já li o manual do PHP inteiro em apenas alguns segundos, eu quero removê-lo. Você pode remover muito bem utilizando o RPM, mas aqui estamos aprendendo sobre o APT, então utilizaremos:

# apt-get remove php-manual
Reading Package Lists... Done
Building Dependency Tree... Done
The following packages will be REMOVED:
php-manual
0 packages upgraded, 0 newly installed, 1 removed and 0 not upgraded.
Need to get 0B of archives.
After unpacking 92.7MB disk space will be freed.
Do you want to continue? [Y/n] y
Executing RPM (-e)...

E lá se vai o manual do PHP. Como eu disse acima, se algum outro pacote depender do manual do PHP, o APT perguntará a você se deseja remover o outro pacote também.

E agora como nota final de uso, você pode atualizar uma versão de distribuição inteira através do APT. Para isso você só precisa mudar a versão do seu repositório (arquivo /etc/apt/sources.list) para uma versão superior a sua e executar o comando apt-get dist-upgrade.

E pra terminar essa seção, vamos à tabelinha básica dos comandos e suas funções:

Comando Função
apt-get install Instala um pacote e suas dependências.
apt-get remove Remove um pacote e suas dependências.
apt-get upgrade Procura por pacotes mais novos para fazer atualizações.
apt-get dist-upgrade Faz uma atualização de versão da distribuição.
apt-cache search Procura por termo nas descrições dos pacotes disponíveis.

E basicamente é isso. Utilizar o APT é muito simples e não requer muito segredo, nem esforço. Mas uma coisa é certa: uma vez que você começa a usar o APT, não quer parar nunca por causa de sua praticidade.

4. Montando um repositório local do APT/RedHat

Se você é um usuário doméstico ou tem poucas máquinas em sua mão rodando Linux, já é muito prático você utilizar o APT com os repositórios disponíveis por aí na Internet. Mas para os administradores de Rede que possuem várias máquinas Linux, seja na mesma rede ou não, pedir para cada uma delas instalar ou atualizar pacotes da Internet é um desperdício de banda, além de um péssimo favor para os servidores externos. Então por que não fazer um repositório APT local?

O método aqui utilizado criará um mirror (espelho) do FTP da RedHat no seu sistema local, e scripts irão criar os índices do APT em sua máquina. Para fazer o espelho, precisaremos do pacote lftp, então se você não o possue, o que está esperando? apt-get install lftp!

Criando o espelho da distribuição

Baixe o script make-redhat-mirror disponível nesta página e coloque-o no diretório /usr/local/bin. Então rode inicialmente o seguinte comando:

# /usr/local/bin/make-redhat-mirror full 9

E espere. Espere bastante. O script irá baixar todo o conteúdo do RedHat 9 (inclusive as atualizações) para o diretório /var/mirror/redhat. Este diretório de destino pode ser configurado dentro do script, editando-o. Inclusive você pode editar também o FTP onde o mirror vai tirar seus arquivos. Tente achar um mirror da RedHat mais próximo de você.

Só será necessário rodar este comando uma vez. Mas depois você vai querer se manter atualizado com os novos pacotes, então para atualizar apenas a parte de updates, utilize o seguinte comando:

# /usr/local/bin/make-redhat-mirror quick 9

Mais tarde iremos também colocar no crontab para rodar as atualizações de índice com o FTP da RedHat automaticamente todo dia.

Preparando o território do APT

Antes de criar os índices, você precisará primeiro de um método para os clientes do APT baixarem as coisas. O método pode ser HTTP e FTP (Pode ser CD-ROM também, mas isso não vem ao caso). Fica ao seu critério escolher o método. No meu caso eu prefiro criar um host virtual no Apache chamado de apt.meudominio.com.br. Ou se você não tem domínio, pode usar seu próprio IP.

Isto será extremamente necessário, e a configuração disto está fora do escopo deste tutorial. Se você não sabe, procure saber como configurar um servidor HTTP ou FTP. Provavelmente você sabe um pouco, senão não estaria lendo esta parte do tutorial :)

Aqui, como eu disse, o lugar do repositório APT vai ser apt.meudominio.com.br, e o diretorio real no sistema vai ser /var/www/dominios/apt.meudominio.com.br/html.

Criando o repositório APT

Agora é a hora de criar o repositório do APT em sua máquina. Para isso, baixe o script make-apt disponível nesta página e coloque-o em /usr/local/bin. Edite o script e você verá algumas variáveis no começo para serem configuradas:

# Absolute directory for top of redhat mirror
MIRRORDIR=/var/mirror/redhat
# Absolute directory for top of apt repository
APTDIR=/var/www/dominios/apt.meudominio.com.br/html
# URL of repository
ORIGINURL=apt.meudominio.com.br

Veja aí o que você precisa. A variável MIRRORDIR indica onde você colocou o mirror do RedHat (isto está configurado também no script make-redhat-mirror). A variável APTDIR indica o diretório no sistema onde vai ficar o repositório do APT, que no nosso caso ficou sendo como /var/www/dominios/apt.meudominio.com.br/html. E por último a variável ORIGINURL indica a URL onde vai estar disponível o repositório, que no nosso caso ficou sendo apt.meudominio.com.br.

Depois de configurado estas três variáveis, é hora de finalmente criar o repositório. Na primeira vez que você for fazer isso, utilize o comando:

# /usr/local/bin/make-apt full 9

Isso irá iniciar o processo de criação do repositório, que deve demorar um pouquinho. Depois de feito, está pronto! Agora seus usuários já podem acessar o seu repositório APT através do seu servidor HTTP.

Configurando os clientes para usar seu repositório

Tudo que você precisará fazer para configurar os clientes do APT para utilizar o seu repositório será alterar o arquivo /etc/apt/sources.list e utilizar a seguinte linha:

rpm http://apt.meudominio.com.br redhat/9/en/i386 os updates

E pronto! Se você estiver rodando várias máquinas numa rede interna, apenas uma terá o repositório e o resto irá baixar tudo localmente :)

Atualizando o repositório diariamente

Como existem as atualizações de segurança, é sempre bom você estar sempre atualizando seu repositório. Para fazer isso diariamente, crie um arquivo chamado /usr/local/bin/mirror-apt com o seguinte conteúdo:

#!/bin/bash
/usr/local/bin/make-redhat-mirror quick 9
/usr/local/bin/make-apt quick 9

Depois edite o arquivo /etc/crontab, e adicione as seguintes linhas:

# Atualizacao do Mirror RedHat e APT
01 1 * * * root /usr/local/bin/mirror-apt

Isso fará com que o sistema verifique as atualizações no FTP da RedHat e crie o repositório APT caso necessário todo dia às 1:00 da manhã. Se você quiser aprender mais sobre como agendar as tarefas através do crontab, visite meu outro tutorial: Utilizando o crontab.

E pronto! Seu trabalho está feito. Experimente e modifique as coisas para aprender mais. Não é tão difícil adaptar estas informações para criar um repositório do Fedora por exemplo, ou de outra versão do RedHat. A única coisa que irá mudar será a localização do mirror, entre outras pequenas coisas.

5. Conclusão e Referências

Espero que você tenha gostado desse tutorial, e que ele possa ter te ajudado a lidar melhor com sua distribuição. Críticas e Sugestões podem ser mandadas para o meu e-mail. E agora os créditos para este tutorial:

  • http://www.webmo.net/support/apt_repository.html - Foi daí que peguei os scripts make-redhat-mirror e make-apt, e foi aí que aprendi basicamente como se monta o repositório. Créditos TOTAIS para este endereço, muito bom.
  • FreshRPMS - Ótimo site com os recursos necessários para o APT ou YUM no RedHat. Um dos pioneiros, e o que trouxe a popularidade do APT no RedHat.
  • AptRpm @ Conectiva - Site do APT na Conectiva, idealizadora do projeto.

Manual gimp

A imagem “http://school.fri-tic.ch/~osx_libre/logiciels/18/logo-thegimp.png” contém erros e não pode ser exibida.
Um bom manual abordando as ferramentas do gimp, afinal para se dominar uma ferramenta gráfica temos que saber para que serve cada ferramenta. Não deixe de baixar este manual
http://www.rau-tu.unicamp.br/nou-rau/softwarelivre/document/?view=166

Outros bons manuais no site ogimp
http://www.ogimp.com.br/modules/wfsection/

Dica esperta: Para você que gosta de desenhos vetoriais o gimp tem um pacote chamado gimp-svg que lhe dá a capacidade de importar gráficos svg!

Integrando o Evince com o Firefox

Para quem não conhece o Evince é um excelente visualizador de pdf's

O artigo abaixo ensina como fazer na distribuição Fedora,
mas o que vale mesmo é a dica, que pode ser adaptada ao Debian, por exemplo

Integrar Evince e Firefox

Fonte: http://weblog.jcraveiro.com/categorias/truques-e-dicas/
Evince é o novo visualizador opensource de documentos PDF e PS (PostScript), e faz parte do ambiente GNOME 2.10.
Out of the box, o comportamento por defeito, quando clicamos num link para um documento PDF na Internet, é um diálogo que nos pede para escolhermos entre:

  • Guardar o documento no disco, numa localização por nós escolhida, para posteriormente o abrirmos com o Evince ou outro visualizador instalado.
  • Abrir o documento directamente, o que se traduz no ficheiro ser descarregado em segundo plano, e aberto com o Evince, numa janela independente.

O comportamento desejado seria o de visualizar o documento PDF na janela do browser em que clicamos no link, tal como acontece quando temos o Adobe Acrobat Reader e o respectivo plugin instalados. Pois bem: é possível, e não é nada difícil. Eis como:

  1. Instalar o utilitário mozplugger. Em Fedora Core, esta instalação pode ser feita, com permissões de administrador (root), com o seguinte comando:
    yum install mozplugger
    O pacote RPM encontra-se no repositório base, que já vem configurado, e o yum tratará de descarregá-lo e instalá-lo.
  2. Editar, também com permissões de administrador, o ficheiro /etc/mozpluggerrc, por exemplo, com o editor de texto do GNOME:
    gedit /etc/mozpluggerrc &
  3. Acrescentar uma linha imediatamente após este bloco de texto:
    application/pdf: pdf: PDF file
    application/x-pdf: pdf: PDF file
    text/pdf: pdf: PDF file
    text/x-pdf: pdf: PDF file

    com o seguinte código:
    repeat noisy swallow(evince) fill: evince "$file"
  4. Acrescentar o mesmo código numa nova linha imediatamente a seguir ao seguinte bloco de texto:
    application/x-postscript: ps: PostScript file
    application/postscript: ps: PostScript file
  5. Gravar as alterações, e fechar o editor de texto.

E já está. Nem sequer é preciso reiniciar o Firefox para ver o novo comportamento em acção. Se continuarem a observar o comportamento antigo, verifiquem em Edit > Preferences > Downloads > Plug-ins se está activado o uso de plug-in para o tipo de ficheiro PDF.

O efeito final pode ser visto neste screenshot, que evidencia também algumas capacidades/funcionalidades do Evince.

(Nota: Informação traduzida e adaptada daqui.)

Categoria(s): Linux, Software, Truques e Dicas | Comments Off

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